O diretor-gerente do Fundo Monetário Internacional (FMI), Dominique Strauss-Kahn, disse que "é preciso evitar o contágio" da crise grega, ao afirmar que o recente plano de socorro foi dimensionado para proteger a Europa." /

O diretor-gerente do Fundo Monetário Internacional (FMI), Dominique Strauss-Kahn, disse que "é preciso evitar o contágio" da crise grega, ao afirmar que o recente plano de socorro foi dimensionado para proteger a Europa." /

Strauss-Kahn: 'é preciso evitar contágio' da crise grega

O diretor-gerente do Fundo Monetário Internacional (FMI), Dominique Strauss-Kahn, disse que "é preciso evitar o contágio" da crise grega, ao afirmar que o recente plano de socorro foi dimensionado para proteger a Europa.

AFP |

O diretor-gerente do Fundo Monetário Internacional (FMI), Dominique Strauss-Kahn, disse que "é preciso evitar o contágio" da crise grega, ao afirmar que o recente plano de socorro foi dimensionado para proteger a Europa.

"Sempre há risco" de contágio, "então cada um precisa permanecer alerta", advertiu o diretor-gerente do Fundo ao jornal francês Le Parisien.

Na entrevista que sairá nesta quarta-feira, Strauss-Kahn observa que "Portugal (...) já está adotando medidas" e que "os outros países têm uma situação muito mais sólida".

O diretor do FMI afirma ainda que "não há risco real para França, Alemanha e os outros grandes países europeus".

Espanha e Portugal são os países da Zona Euro que mais preocupam os mercados.

Segundo Strauss-Kahn, a Grécia enfrenta dois problemas fundamentais: uma dívida muito forte e uma competitividade muito fraca".

Neste contexto, o FMI insiste em três pontos: "escalonar até 2013-2014" a redução do déficit da Grécia dos atuais 13% para 3%, "defender a Grécia da especulação durante 18 meses", comprometendo somas "muito mais elevadas que as previstas inicialmente"; e "vigiar para proteger os mais vulneráveis", como os que recebem baixos salários e pequenas aposentadorias.

O Conselho de Administração do FMI se reunirá no próximo domingo para decidir sobre um empréstimo de 30 bilhões de euros à Grécia, parte do pacote de socorro de 110 bilhões de euros acertado entre Atenas, o Fundo e a União Europeia.

afp/LR

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