STJ ordena volta à prisão de acusado pela morte de Dorothy Stang

São Paulo, 4 fev (EFE).- O fazendeiro Vitalmiro Bastos de Moura (Bida), acusado de articular a morte da freira americana Dorothy Stang, terá que ficar na prisão até novo julgamento, como decidiu hoje o Superior Tribunal de Justiça (STJ).

EFE |

Segundo a "Agência Brasil", o STJ revogou o habeas corpus que beneficiava Bida, condenado a 30 anos de prisão por ordenar a morte da missionária e ativista americana, em 2005.

Bida foi condenado inicialmente a 30 anos de prisão, mas em um segundo julgamento - direito dos condenados a penas superiores a 20 anos - acabou absolvido.

No entanto, no final de 2009, um recurso do Ministério Público anulou a absolvição e a Justiça ordenou novamente a prisão dele. Os advogados de defesa conseguiram o habeas corpus para que Bida respondesse ao processo em liberdade condicional.

Dorothy, então com 73 anos, foi assassinada a tiros em 12 de fevereiro de 2005 em Anapu, no Pará.

Em dezembro passado, o assassino confesso, Rayfran das Neves Sales, aceitou a punição e desistiu de recorrer da pena de 27 anos de prisão imposta em 2005.

A missionária trabalhou mais de 20 anos apoiando os movimentos dos camponeses sem-terra na Amazônia. EFE wgm/rr

    Leia tudo sobre: iG

    Notícias Relacionadas


      Mais destaques

      Destaques da home iG