STJ ordena quebra de sigilo fiscal e bancário de Arruda

Brasília, 12 jan (EFE).- O Superior Tribunal de Justiça (STJ) ordenou a quebra do sigilo fiscal e bancário do governador do Distrito Federal, José Roberto Arruda (sem partido), e de outras sete pessoas como parte das investigações sobre o esquema apelidado de mensalão do DEM.

EFE |

A quebra do sigilo foi decretada em 18 de dezembro pelo ministro Fernando Gonçalves, mas só foi divulgada hoje pelo STJ.

O tribunal entendeu que existem "indícios veementes" de que o grupo supostamente liderado pelo governador cometeu "diversas infrações penais", segundo consta do ata do Ministério Público.

Além de Arruda, os deputados distritais Leonardo Prudente (DEM), presidente da Câmara Distrital, e Eurides Brito (PMDB) também terão o sigilo quebrado.

Os outros afetados pela decisão do STJ são Domingos Lamoglia, conselheiro do Tribunal de Contas do Distrito Federal; Fábio Simão, ex-chefe de gabinete de Arruda; o ex-secretário de Educação José Luiz Valente; o ex-assessor de imprensa Omézio Pontes; e Gibrail Gebrim, ex-assessor da Secretaria de Educação do Distrito Federal.

As contas de seis empresas e duas ONGs ligadas ao escândalo de corrupção também serão investigadas. Outros membros do gabinete de Arruda e dez dos 24 deputados da Câmara Distrital estão envolvidos no caso. EFE mp/bba

    Leia tudo sobre: iG

    Notícias Relacionadas


      Mais destaques

      Destaques da home iG