Steinmeier rejeita exigências do PKK para libertar alpinistas alemães

Berlim, 10 jul (EFE).- O ministro de Assuntos Exteriores alemão, Frank-Walter Steinmeier, rejeitou hoje as exigências do Partido dos Trabalhadores de Curdistão (PKK), que pediu a Berlim para deixar de perseguir sua organização como condição para a libertação dos três alpinistas alemães seqüestrados no monte Ararat.

EFE |

O Governo federal "não cede às chantagens", disse Steinmeier, que pediu a essa organização ilegal à "rápida e incondicional libertação" dos reféns.

O Ministério de Exteriores alemão, de acordo com a prática habitual de observar a máxima cautela nestes casos, não deu detalhes sobre suas gestões e se limitou a informar sobre a criação de um gabinete de crise que está se esforçando para conseguir a libertação.

Os três alpinistas, de 33, 48 e 65 anos, procedem da Baviera e deveriam voltar à Alemanha, segundo a agência SEB-Tours, que organizou a viagem.

O PKK informou hoje, através de um comunicado, que não libertará os três turistas, seqüestrados ontem no monte Ararat, no extremo leste do país, se Berlim não deixar de perseguir a organização na Alemanha. EFE gc/an

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