Sri Lanka impede ajuda humanitária a deslocados por razões de segurança

Nova Délhi, 24 mai (EFE).- O Governo do Sri Lanka não permite o acesso das agências humanitárias internacionais aos 300 mil deslocados confinados em campos por razões de segurança, pois antes quer determinar a possibilidades de haver guerrilheiros infiltrados nos centros.

EFE |

O presidente Mahinda Rajapaksa disse que quando melhorarem as condições, sobretudo em matéria de segurança, não haverá objeções a essa assistência para as organizações genuinamente interessadas no bem-estar dos deslocados e nas necessidades de reabilitação, acrescenta a nota.

As declarações de Rajapaksa respondem à solicitação do secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, que ontem pediu o livre acesso das agências internacionais e de ajuda aos deslocados, depois que várias organizações tenham denunciado que o Governo mantém confinados os civis no interior.

Segundo a ONU, até 300 mil civis se encontram confinados nos campos do Governo, com escassez de água e alimentos e submetidos a condições precárias. EFE daa/ma

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