Soldados filipinos matam terrorista envolvido em seqüestro de americanos

Zamboanga (Filipinas), 15 nov (EFE).- Um integrante do grupo extremista Abu Sayyaf, suspeito de participar do seqüestro de três americanos em 2001, morreu e outro ficou ferido em um tiroteio com soldados na ilha filipina de Jolo.

EFE |

Os supostos terroristas estavam de motocicleta quando se encontraram, na noite da sexta-feira, com um controle da Infantaria da Marinha no povoado de Ummul, na ilha localizada cerca de mil quilômetros ao sul de Manila, informou hoje o general Juancho Sabban.

A fonte disse que os suspeitos tentaram fugir e atiraram contra os integrantes do posto de segurança, que responderam à agressão.

Sabban identificou a vitima fatal como Faidar Hadjadi, conhecido como Abu Solomon, considerado um dos líderes de um comando terrorista urbano do Abu Sayyaf, enquanto o ferido, que conseguiu escapar, foi identificado como Jaiton Torsita Abubakar.

Os soldados apreenderam uma pistola, um celular e a motocicleta no local do confronto.

Segundo o comando militar, a captura de Hadjadi representava uma recompensa de 300 mil pesos (US$ 6.073), devido a sua participação no incidente de um hotel na ilha de Palawan, onde 20 pessoas foram seqüestradas em maio de 2001 por um comando do Abu Sayyaf.

Entre os reféns, estavam três cidadãos americanos, o casal formado por Gracia e Martin Burnham, e Guillermo Sobero.

Dos três americanos, só Gracia Burnham conseguiu ser resgatada com vida, após uma operação militar em junho de 2002.

O grupo Abu Sayyaf, criado em 1991 por ex-combatentes da guerra do Afeganistão contra a União Soviética, realiza seqüestros e outros atos de extorsão no sul das Filipinas para financiar suas atividades. EFE rp/an

    Leia tudo sobre: iG

    Notícias Relacionadas


      Mais destaques

      Destaques da home iG