Lomé, 13 abr (EFE).- Soldados das forças especiais do Exército do Togo atacaram a casa de Kpatcha Ñasingbé, ex-ministro da Defesa e irmão do presidente, Faure Ñasingbé, em um atentado que não deixou vítimas fatais.

Segundo um comunicado lido esta noite na televisão nacional pelo Procurador da República, Robert Bakai, cinco comandantes militares e diversos civis, cujo número não foi especificado, foram presos pela tentativa de homicídio.

O procurador não revelou a identidade dos detidos nem o local para onde eles foram levados enquanto o caso -que Bakai classificou como "atentado contra a segurança do Estado"- é investigado.

"Serviços secretos estrangeiros" haviam alertado o Governo do Togo da "iminência de eventos graves", acrescentou o procurador, sem dar mais detalhes.

O ataque, segundo disseram à Agência Efe pessoas próximas a Kpatcha Gnassingbé, aconteceu entre a noite de ontem e a madrugada de hoje, pelo horário local, e terminou em uma troca de tiros entre a guarda pessoal do ex-ministro e atual deputado e os militares.

A casa sofreu graves danos materiais e foi saqueada pelos responsáveis pelo ataque, soldados da Força de Intervenção Rápida.

EFE nt/jp

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