Soldado israelense é condenado a 11 anos de prisão por espionar para Hisbolá

Jerusalém, 4 set (EFE).- Um suboficial árabe do Exército israelense foi condenado hoje por um tribunal militar de Tel Aviv a onze anos de prisão por ter espionado para a milícia xiita libanesa do Hisbolá.

EFE |

Segundo o conteúdo do sumário, o acusado, Louis Balut, ofereceu informações confidenciais sobre as atividades militares israelenses a um cidadão libanês e a um membro do Hisbolá, identificado como Abu Hassan, em cerca de 20 conversas telefônicas entre dezembro de 2007 e fevereiro de 2008, informou a imprensa local.

Balut, que foi também condenado por traição e ajuda ao inimigo em tempos de guerra, expressou arrependimento diante do tribunal por seus atos.

A advogada de defesa do condenado, Tami Ulman, qualificou o veredicto de "razoável", pois, inicialmente, enfrentava acusações que poderiam ter levado seu cliente à pena de morte ou à prisão perpétua.

Os árabes com cidadania israelense, como Balut, são, a princípio, isentos do serviço militar.

No entanto, uma pequena minoria deles pede voluntariamente a entrada no Exército, o que implica em uma série de provas prévias para comprovar sua lealdade a Israel. EFE ap/an

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