Sobreviventes da Tragédia dos Andes visitam mineradores presos no Chile

Grupo sobreviveu 73 dias nas montanhas andinas após um acidente aéreo em 1972, drama que inspirou o livro e o filme "Vivos!"

EFE |

Reuters
Pedro Algorta, Gustavo Zerbino e Ramon Sabella em visita a mina nesta sábado
Quatro sobreviventes uruguaios da Tragédia dos Andes foram neste sábado à mina San José, ao norte do Chile, para transmitir uma mensagem de "fé e esperança" aos 33 mineradores soterrados a quase 700 metros de profundidade desde 5 de agosto.

"Queremos transmitir uma mensagem de fé e esperança, para que não desistam. Viemos porque sentimos uma grande gratidão por este povo e nos sentimos irmãos e queremos estar neste momento", disse aos jornalistas Ramón Sabella.

Sabella é um dos uruguaios que sobreviveram 73 dias nas montanhas andinas após um acidente aéreo em 1972, drama que inspirou o livro e o filme "Vivos!". José Luis Iniciarte, Gustavo Zerbino, Pedro Algorta e Ramón Sabella aguardam para se comunicar com os trabalhadores, para transmitir-lhes palavras de "ânimo e força", disse Sabella.

"Eu sempre tive a esperança de que eles estavam (vivos). São velhos espertos, conhecem seu meio, sabem andar por dentro das minas" e "tiveram a sorte de não ficarem presos às rochas", acrescentou.

O sobrevivente uruguaio declarou que "há muitos pontos em comum" entre a sua história e a dos mineradores, "embora sejam histórias diferentes". Os quatro uruguaios chegaram nesta sexta-feira a Santiago, onde foram recebidos pelo presidente Sebastián Piñera no Palácio de La Moneda.

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