Sobem preços de alimentos em Gaza

Genebra, 29 dez (EFE).- Os alimentos básicos estão subindo de preço rapidamente na Faixa de Gaza, onde a situação dos hospitais é caótica, afirmou o Comitê Internacional da Cruz Vermelha (CICV), que hoje alcançou que entrassem nesse território três caminhões com provisões médicas e cargas de sangue.

EFE |

A organização disse que as ruas de Gaza permanecem vazias com a exceção das em frente às padarias, em vista da escassez generalizada de alimentos pelo bloqueio israelense dos cruzamentos de fronteira.

Segundo o Ministério da Saúde da Faixa de Gaza, a ofensiva militar que Israel lança desde sábado já matou 345 pessoas e feriu 1.600.

Em tanto, Israel informou da morte de uma segunda pessoa e de várias outras feridas por foguetes de fabricação caseira lançados da Faixa de Gaza.

De sua sede em Genebra, a Cruz Vermelha ressaltou que "é prioritário obter imediatamente mais provisões médicos para os hospitais", pois a chegada de feridos é constante.

Além disso, assinalou que se reportou carência de água em alguns distritos, seja porque danos à rede de abastecimento ou por cortes de energia elétrica.

Porta-vozes da Cruz Vermelha explicaram que no meio dos "robustos combates", seu pessoal em Gaza geralmente não pode se deslocar dentro desse território, mas mantém um contato regular com ambas as partes do conflito, hospitais e outros serviços públicos essenciais.

Até o momento, a organização entregou aos hospitais material para atender 200 feridos e se prepara para "uma possível mobilização de pessoal adicional, incluído uma equipe de cirurgia".

Atualmente, a Cruz Vermelha conta em Gaza com oito estrangeiros e 65 empregados locais. EFE is/jp

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