Sobem para 22 os guerrilheiros das Farc mortos em bombardeio na Colômbia

Bogotá - O número de guerrilheiros das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc) mortos em um bombardeio lançado na sexta-feira pela Força Aérea e o Exército colombianos contra dois acampamentos rebeldes nos Llanos Orientales e nos combates posteriores subiu para 22, informaram neste sábado fontes oficiais.

EFE |

Após trabalhos de informação na madrugada do dia 1º de 2010, o bombardeio foi lançado contra duas bases das Farc, com capacidade para abrigar cerca de 200 homens.

Na sexta-feira, o Ministério da Defesa informou a morte de 18 insurgentes e neste sábado uma fonte militar na região revelou aos jornalistas que o número de abatidos subiu para 22.

Na mesma operação, na zona rural do município de Vista Hermosa no departamento de Meta, mais 13 guerrilheiros foram capturados, oito se entregaram e cinco foram feridos.

O acampamento da guerrilha foi atacado por aviões da Força Aérea Colombiana e, em terra, por soldados da chamada Força de Tarefa Ômega Conjunta das Forças Militares.

Os rebeldes feridos foram transferidos para hospitais de Villavicencio, capital de Meta, onde estão sendo atendidos.

No local onde ocorreu a operação, "as autoridades encontraram 25 fuzis, abundante material de guerra, explosivos e informações de interesse para a inteligência militar", segundo o Ministério da Defesa.

Há meses, a Força de Tarefa Conjunta Ômega realiza uma intensa perseguição aos guerrilheiros do chamado "Bloco Oriental" das Farc, ao qual já causou mais de 50 baixas em outros bombardeios e em combates, conforme o Governo.

Nas duas últimas semanas, tenta localizar os responsáveis pela morte do governador do departamento de Caquetá, Luis Francisco Cuellar, sequestrado e assassinado em 22 de dezembro em Florença, capital desse território.

O ministro da Defesa, Gabriel Silva, destacou na sexta-feira a operação das tropas e assinalou que os soldados colombianos "mantêm seu compromisso de enfrentar o narcoterrorismo nas selvas do país".

Acrescentou que "este golpe de Ano Novo às Farc demonstra que a política de segurança democrática segue adiante, avança e se consolida cada vez mais".

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