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Sobe para 6.497 o número de casos de gripe suína , diz OMS

GENEBRA - Subiu para 6.497 o número de casos de gripe suína (http://ultimosegundo.ig.com.br/mundo/2009/04/30/oms+decide+mudar+nome+da+gripe+suina+5867916.html target=_toprebatizada de gripe A H1N1), segundo informou a Organização Mundial da Saúde (OMS) nesta quinta-feira. A doença atinge 33 países e matou 65 pessoas até agora.

Redação com Reuters |


Reuters
Em Hong Kong, mulher carrega criança usando máscara

Em Hong Kong, mulher carrega criança usando máscara

Os Estados Unidos continuam sendo o país com maior número de casos, tendo registrado 3.552 infectados e três mortes. No México, 2.446 pessoas pegaram a doença e 60 morreram.

As outras duas mortes aconteceram no Canadá, onde 389 casos foram registrados, e na Costa Rica, onde oito pessoas pegaram o vírus.

Outros países com casos confirmados, mas sem mortes, são: Alemanha (12), Argentina (1), Austrália (1), Áustria (1), Brasil (8), China (4), Colômbia (7), Coreia do Sul (3), Cuba (1), Dinamarca (1), El Salvador (4), Espanha (100), Finlândia (2), França (14), Grã-Bretanha (71), Guatemala (3), Holanda (3), Irlanda (1), Israel (7), Itália (9), Japão (4), Noruega (2), Nova Zelândia (7), Panamá (29), Polônia (1), Portugal (1), Suécia (2), Suíça (1) e Tailândia (2).

Reunião

Uma reunião de especialistas da OMS na quinta-feira vai decidir se os laboratórios deveriam alterar a produção de suas vacinas antigripais, substituindo a da gripe sazonal pela do novo vírus.

A gripe sazonal mata cerca de 500 mil pessoas por ano, especialmente idosos e pessoas com doenças respiratórias pregressas, como a asma. Por isso a OMS só vai recomendar a alteração da vacina se tiver certeza de que o H1N1 representa uma ameaça grave.

Os laboratórios não têm capacidade para produzir ambas. Uma das questões a serem examinadas é se a imunização contra a "gripe suína" exigirá duas doses da vacina em vez de uma, o que ocuparia o dobro da capacidade dos fabricantes.

As recomendações dos especialistas serão apresentadas na próxima semana à Assembléia Mundial da Saúde, um evento da OMS. Enquanto isso, os laboratórios já iniciaram a produção da vacina contra o H1N1.

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