Sobe para 41 o número de mortos em atentado no Paquistão

Subiu para 41 o número de mortos de um atentado com carro-bomba, realizado no domingo, perto de um colégio eleitoral no noroeste do Paquistão, informou a polícia local. Um grupo radical islâmico reivindicou a autoria do ataque.

AFP |

Uma bomba destruiu no domingo uma escola na cidade de Buner, perto do conturbado vale de Swat, onde os eleitores compareciam para votar nas eleições legislativas parciais.

"Cinco corpos foram retirados dos escombros da escola durante a noite, elevando o balanço a 41 mortos", declarou à AFP um dos chefes de polícia da cidade, Berhramand Khan. "Agora podemos confirmar que foi um atentado suicida com carro-bomba", acrescentou.

O ataque, que se soma a uma longa série de atentados que já deixaram 1.500 mortos desde julho de 2007, foi reivindicado por Shah Dauran, um colaborador do clérigo radical Maulana Fazlulah, cujo movimento, vinculado aos talibãs e à Al-Qaeda, é considerado ilegal.

Dauran afirmou que o atentado foi uma represália à morte de seis talibãs em uma ação do governo há vários meses e ameaçou com novos ataque.

O vale de Swat, que no passado foi um dos principais pontos turísticos do país, se tornou um campo de batalha desde que o clérigo radical Fazlulah lançou uma campanha violenta para a introdução da lei islâmica, a sharia, na região.

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