Sobe para 39 número de vítimas de atentado no Iraque

Outras 42 pessoas ficaram feridas em atentado suicida contra um grupo de milícias pró-Governo

EFE |

Bagdá - Pelo menos 39 pessoas morreram e outras 42 pessoas ficaram feridas em um atentado suicida neste domingo contra um grupo das milícias pró-Governo Conselhos da Salvação, no sudoeste de Bagdá, informaram fontes do Ministério do Interior do Iraque.

As fontes indicaram que a maioria dos mortos eram membros membros das milícias sunitas favoráveis ao Governo e que entre os feridos há soldados do Exército iraquiano. As novas informações elevam o número de vítimas. Antes, as primeiras notificações registravam o saldo de nove mortos e 29 feridos. Segundo as fontes, o homem-bomba estava disfarçado com uniforme militar e usava um cinto carregado de explosivos encostado ao corpo, que detonou ao se aproximar do grupo de milicianos que esperavam para receber pagamentos.

Entre os feridos, havia dois soldados do Exército iraquiano, que eram os encarregados de entregar o pagamento aos membros das milícias. Eles foram levados a hospitais próximos. Este ataque é um dos mais sangrentos deste ano no Iraque e o que mais matou membros dos Conselhos da Salvação.

As milícias sunitas Conselhos de Salvação foram criadas em outubro de 2006 como parte da estratégia do então comandante das forças americanas no Iraque, David Petraeus, na luta contra a insurgência vinculada à rede terrorista Al Qaeda. A primeira dessas milícias surgiu na província ocidental de Al-Anbar. O sucesso dela levou os clãs árabes das províncias de Salahadin, Diyala, Ninawa e algumas regiões de Bagdá a formarem seus próprios Conselhos de Salvação.

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