Quase 400 mil pessoas se encontram em centros de abrigo em um perímetro de segurança de 20 quilômetros em torno do vulcão

As autoridades da Indonésia contabilizaram neste sábado mais 34 mortes em decorrência do vulcão Merapi, o que fez o número total de vítimas fatais subir para 240 desde a primeira erupção, em 26 de outubro.

Segundo a Agência Nacional de Gestão de Desastres, o aumento do número de mortos foi causado pelo resgate de corpos em torno do Merapi, situado da ilha de Java, e pelos mortos por queimaduras no hospital.

Quase 400 mil pessoas se encontram em centros de abrigo em um perímetro de segurança de 20 quilômetros em torno do vulcão, de 2.194 metros de altura.

A maior erupção do Merapi aconteceu em 5 de novembro, quando deixou dezenas de mortos, a maioria por causa da nuvem de cinza incandescente.

Milhares de hectares de plantações ficaram queimados e dezenas de aldeias estão cobertas por uma grossa camada de cinza, que vem causando graves problemas respiratórios à população.

A milhares de quilômetros, na costa da ilha indonésia de Sumatra, as autoridades calculam as perdas pelo tsunami que atingiu o arquipélago de Mentawai em 25 de outubro. Segundo as autoridades indonésias, 13 mil pessoas estão em centros de abrigo, enquanto o número de mortos já é de 448, além das dezenas de pessoas que continuam desaparecidas. O tsunami, com ondas de até seis metros segundo as testemunhas, foi causado por um terremoto de 7,5 graus na escala Richter.

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