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Sobe para 2.371 o número de casos de gripe suína ; doença matou 44 pessoas, diz OMS

GENEBRA - Subiu para 2.371 o número de casos de gripe suína (http://ultimosegundo.ig.com.br/mundo/2009/04/30/oms+decide+mudar+nome+da+gripe+suina+5867916.html target=_toprebatizada de gripe A H1N1) registrados em todo o mundo, segundo informou nesta quinta-feira a Organização Mundial da Saúde (OMS). A doença atingiu 24 países e causou 44 mortes.

Redação com agências internacionais |


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Segundo o último boletim da OMS, divulgado nesta quinta, 1.112 casos e 42 mortes foram registradas no México. Nos Estados Unidos, 896 pessoas foram infectadas e duas morreram.

Também nesta quinta, a China suspendeu uma quarentena de sete dias para os passageiros que chegaram a Xangai no mesmo voo que um mexicano contaminado pelo vírus H1N1.

O México acusou Pequim de discriminação e disse que o confinamento de seus cidadãos era "inaceitável" e "sem fundamento". Mas o governo chinês, que enfrentou a grave epidemia de Sars em 2003, defendeu as medidas.

"A quarentena não é uma medida discriminatória contra cidadãos estrangeiros", disse o chanceler Ma Zhaoxu a jornalistas. "Na verdade, a maioria das pessoas em quarentena é chinesa."

"A China é um país em desenvolvimento com uma população grande e densa. Com a dolorosa lição aprendida da Sars, estamos tomando as medidas necessárias não só para evitar que a gripe entre na China, mas também que se espalhe na Ásia."

AFP
Em Hong Kong, mulher sorri ao ser liberada de quarentena

Em Hong Kong, mulher sorri ao ser liberada de quarentena

Hong Kong, região autônoma da China, liberou na quinta-feira 28 pessoas que estavam no mesmo voo. Um grupo maior, com quase 300 indivíduos, permanece em um hotel onde um mexicano contaminado havia se hospedado. A liberação deve ocorrer na sexta-feira

A agência de notícias chinesa Xinhua disse que 25 estudantes canadenses também foram liberados da quarentena na localidade de Changchun (nordeste). Eles não apresentam sintomas da gripe, mas foram isolados no sábado, depois do desembarque. O governo canadense exigiu explicações.

o representante das Nações Unidas no México, Magdy Martínez Solimán, disse que os casos negativos já foram apresentados à Assembleia Mundial de Saúde e, que, felizmente, são "uma gota de intolerância (...) contra um oceano de solidariedade".

Desde que a epidemia foi declarada no país, o México vem recebendo doações de material médico e de higiene, assim como o apoio de especialistas de vários países.

Na terça-feira, o secretário-geral das Nações Unidas, Ban Ki-moon, pediu aos governos que não anulassem as restrições comerciais e de viagens decorrentes da gripe suína, exceto nos casos em que as medidas estejam baseadas em um fundamento científico claro.

O presidente Felipe Calderón também se manifestou contra as medidas discriminatórias e disse que, diante do surto, o México está trabalhando para proteger não só o país, mas toda a humanidade.

"Esta não é a primeira vez que o México se vê submetido a uma prova tão difícil, nem será a última. Mas são as adversidades que constroem a identidade dos povos e das pessoas. Estou convencido de que, quando esta situação passar, o México será muito mais forte."

Na quarta-feira, após cinco dias de restrições para evitar a propagação da "gripe suína", a Cidade do México reabriu estabelecimentos comerciais, escolas, empresas, restaurantes e serviços públicos.

No entanto, o governo pede que a população continue adotando medidas preventivas (evitar aglomerações, lavar as mãos constantemente, evitar cumprimentos com beijos e apertos de mãos, usar máscaras onde houver muitas pessoas, não usar gravatas e outras) e exige que diversos estabelecimentos sigam suas novas recomendações de controle.

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(Com informações da Reuters e da BBC)

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