Sobe para 10 o número de mortos em tremor em Lhasa

Pequim - As autoridades tibetanas confirmaram a morte de 10 pessoas no terremoto de 6,6 graus na escala Richter que sacudiu o distrito de Damxung, a 82 quilômetros da capital desta região autônoma chinesa, Lhasa, e no qual outras 34 ficaram feridas.

EFE |

Segundo a agência oficial de notícias chinesa, "Xinhua", a localidade mais afetada pelo terremoto, que foi registrado às 16h30 (5h30 desta segunda em Brasília) com um epicentro situado a 29,8 graus latitude norte e 90,3 graus longitude leste, é Yangyi, no município de Gedar, dentro do distrito de Damxung.

Nesta localidade, as equipes de resgate recuperaram nove corpos dentre os escombros e retiraram 11 pessoas gravemente feridas, assim como outras oito que apresentavam lesões mais leves, assegurou o chefe da equipe de resgate e subdiretor do Governo Autônomo Regional, Hao Peng.

As autoridades locais iniciaram um plano de emergência após o tremor e enviaram à zona afetada mais de 600 policiais, oficiais, bombeiros, médicos e geólogos, além de tendas de campanha, comida e água potável.

Em Lhasa, onde o abalo foi sentido, a calma e a normalidade reinam nas ruas, já que o terremoto não produziu danos pessoais ou materiais e inclusive as principais atrações turísticas da cidade, o Palácio de Potala e o Templo de Jokhang, continuaram recebendo visitantes.

Também não foram afetadas as conexões com a capital tibetana, onde seu aeroporto registra uma atividade normal.

"O centro de Lhasa é relativamente seguro e não há necessidade de ter medo", disse o diretor do escritório sismológico local, Zhu Quan, que acrescentou que poderia haver mais réplicas em Damxung, mas que é pouco provável que as construções do centro da capital tibetana sejam afetadas.

A rede sismológica nacional detectou 15 réplicas, entre elas uma de 5,2 graus, registrada às 20h10 (locais).

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