Sirenes lembram vítimas do Holocausto em Israel

Jerusalém, 1 mai (EFE).- Israel parou esta manhã por dois minutos com o soar de sirenes antiaéreas em lembrança às vítimas do Holocausto durante a Segunda Guerra Mundial.

EFE |

As sirenes, que costumam ser ativadas em caso de guerra, soaram às 10h (4h de Brasília) de hoje, momento no qual foi interrompida toda a atividade nas ruas, comércios, escritórios, colégios e instituições.

Até mesmo os motoristas de todo o país pararam e ficaram em pé ao lado de seus veículos.

Durante a jornada, diversos atos e cerimônias nos cemitérios manterão viva a lembrança dos seis milhões de judeus que morreram nos guetos e campos de concentração do regime nazista entre 1939 e 1945, em uma política destinada a acabar com o judaísmo europeu por meio de um macabro plano conhecido como a "Solução Final".

Um dos atos centrais desta jornada aconteceu logo depois do soar das sirenes na Praça do Gueto de Varsóvia, do Museu Yad Vashem, com a participação do primeiro-ministro israelense, Ehud Olmert, e de destacadas personalidades da política e do Exército.

Nesse momento, foram lidos no Parlamento (Knesset) nomes das vítimas da "Shoah", como se conhece em hebraico o Holocausto, em um ato que se repetiu no "Hall dos Nomes" do Yad Vashem.

Os atos de hoje seguem à cerimônia de ontem à noite no Museu do Holocausto, em Jerusalém, onde seis sobreviventes acenderam seis tochas em memória às seis milhões de vítimas judias desse genocídio.

EFE db/mh

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