manterá o embargo econômico a Cuba, apoiará invasões da Colômbia na luta contra as Farc e adotará postura crítica em relação a Hugo Chávez. Ele também manifestou preocupação com a Amazônia. As informações são do jornal ¿Folha de S.Paulo¿." / manterá o embargo econômico a Cuba, apoiará invasões da Colômbia na luta contra as Farc e adotará postura crítica em relação a Hugo Chávez. Ele também manifestou preocupação com a Amazônia. As informações são do jornal ¿Folha de S.Paulo¿." /

Sinopse da imprensa: Obama diz apoiar invasões da Colômbia contra as Farc

O pré-candidato democrata à presidência dos Estados Unidos, senador Barack Obama, fez, nesta sexta-feira, seu primeiro discurso totalmente dedicado à América Latina. Obama disse que, se eleito, http://ultimosegundo.ig.com.br/mundo/2008/05/23/obama_promete_nova_politica_para_cuba_se_eleito_presidente_1324631.htmlmanterá o embargo econômico a Cuba, apoiará invasões da Colômbia na luta contra as Farc e adotará postura crítica em relação a Hugo Chávez. Ele também manifestou preocupação com a Amazônia. As informações são do jornal ¿Folha de S.Paulo¿.

Redação |

Por outro lado, acenou com a possibilidade de se encontrar com o líder cubano Raúl Castro, disse que permitirá mais viagens e envio de dinheiro à ilha e criticou a falta de diálogo do atual governo com o presidente venezuelano.

Num dos pontos mais polêmicos, Obama afirmou apoiar integralmente a luta da Colômbia contra as Farc". "Trabalharemos com o governo para eliminar o reino do terror dos paramilitares. Apoiaremos o direito da Colômbia de atacar terroristas que buscam abrigo seguro cruzando as fronteiras", disse, referindo-se ao episódio em que forças militares da Colômbia bombardearam um acampamento das Farc no Equador, em março deste ano.

Obama prometeu maior reciprocidade entre o país e seus vizinhos e declarou que sua política para as Américas "vai ser guiada pelo simples princípio de que o que é bom para o povo das Américas é bom para os Estados Unidos", invertendo uma velha máxima.

Preocupação com Amazônia

Obama falou também sobre o Brasil, elogiando o desempenho econômico e a política energética do país, mas ressaltou as desigualdades sociais. Em folheto distribuído à imprensa, diz que o País é "um exemplo de grande potencial de energia renovável na América Latina, assim como de alguns dos percalços a evitar".

"A liderança do Brasil na arena dos combustíveis renováveis não chega sem preocupações", diz o texto. "A região amazônica, fonte mundial incrivelmente importante contra o aquecimento global, cobre cerca de 60% do Brasil e perdeu cerca de 20% de sua floresta para desenvolvimento, extração de madeira e agricultura." O democrata ecoa argumentos recentes de críticos do programa brasileiro, refutados pelo governo Lula.

As declarações foram dadas durante discurso em almoço oferecido pela entidade anticastrista Fundação Nacional Cubano-Americana (FNCA), em Miami, na Flórida.

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