Shakira inicia trabalho em comissão de educação de Obama

Estrela pop colombiana dirige fundação que ajuda crianças na América Latina e foi nomeada ontem por presidente americano

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Shakira conversa com imprensa depois de participar da comissão para a educação na Casa Branca
A estrela do pop colombiana Shakira iniciou nesta quinta-feira seus trabalhos como membro de uma comissão para assessorar o presidente americano, Barack Obama, na melhora do nível educacional dos hispânicos, minoria mais numerosa nos Estados Unidos.

"Não há investimento melhor do que o investimento em nossas crianças, principalmente quando elas são muito pequenas", afirmou Shakira durante uma reunião da comissão na Casa Branca. "Espero poder dividir um pouco do que aprendi nesses últimos 15 anos em que trabalhei com crianças na Colômbia e América Latina."

A cantora colombiana dirige a fundação Pies Descalzos, que ajuda crianças na América Latina. Ela foi escolhida ontem por Obama para integrar a comissão, ao lado de líderes americanos que trabalham para melhorar o nível educacional das minorias.

Diante da comissão, Shakira defendeu "as estratégias para o desenvolvimento da infância". "Promover essas estratégias é uma forma de garantir que nossas crianças, principalmente as latinas, chegarão ao ensino secundário e à universidade", afirmou.

A jornada de debates da qual Shakira participou foi a segunda da comissão, criada no ano passado por Obama. A primeira aconteceu em maio.

O governo americano escolheu Shakira por seu perfil filantrópico: além de liderar a fundação Pies Descalzos - que ajudou escolas na América Latina e África do Sul, alimentando 6 mil crianças -, ela trabalhou com o Banco Mundial em projetos educacionais, e é embaixadora da boa-vontade do Unicef.

Doze milhões de crianças e jovens hispânicos estudam em escolas públicas americanas, 22% do total, mas eles formam o grupo com menor nível educacional.

A comissão presidencial faz parte dos esforços do governo Obama para melhorar a situação dos hispânicos, que foram afetados desproporcionalmente pela crise econômica.

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