Série de 6 explosões deixa 16 feridos em Bogotá

Bogotá - As seis explosões registradas nesta quinta-feira em diferentes pontos de Bogotá deixaram 16 feridos.

EFE |

As explosões aconteceram no momento em que servidores públicos em greve geral protestavam pelas ruas da cidade.

"Infelizmente ocorreu uma situação em que foram ativados de maneira simultânea vários artefatos explosivos, que parecem guardar uma homogeneidade, colocados em cestas de lixo", disse o diretor da Polícia Metropolitana de Bogotá, general Rodolfo Palomino.

A Polícia informou que as explosões, supostamente causadas por bombas de baixa intensidade, aconteceram perto da embaixada peruana, de dois centros comerciais, de uma unidade militar na zona norte, em um bairro residencial e no centro de Bogotá.

O comando policial disse também que já está investigando a autoria dos atentados e recomendou aos cidadãos de Bogotá que evitem passar perto de cestas de lixo e se mantenham longe de sacolas suspeitas que possam estar abandonadas na rua.

A imprensa colombiana falava de ao menos dez feridos, dois deles junto à embaixada peruana, como pôde ser comprovado pela Agência Efe, embora não com gravidade.

Todos eles foram levados a centros médicos próximos aos locais das explosões, enquanto um clima de tensão tomou a capital colombiana, onde hoje acontecem protestos de funcionários públicos que fazem uma greve geral.

A série de explosões acontece no mesmo dia em que a Polícia desativou seis explosivos na estrada Pan-americana, mais precisamente em um trecho onde ocorria um protesto indígena, no sudoeste da Colômbia.

O comandante da Polícia na região, general Gustavo Adolfo Ricaurte, confirmou que em um posto de parada da estrada, por onde havia acabado de passar a marcha, foram encontrados alguns bujões de gás com explosivos que tinham sido roubados dias antes.

"Hoje encontramos em San Nicolás (...) seis cilindros com as mesmas características dos furtados, que foram armados com cargas explosivas de grande porte", disse o oficial.

Ricaurte disse ainda que especialistas da Polícia desativaram os explosivos e agora se procura os responsáveis pela instalação dos dispositivos.

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