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Separatistas bretães são julgados por atentado contra McDonald s

Paris, 17 nov (EFE).- Três integrantes do Exército Revolucionário Bretão (ARB) - grupo terrorista francês que já colaborou com os separatistas bascos do ETA - apresentaram-se hoje ao Tribunal de Apelações de Paris, onde serão julgados pela segunda vez por um atentado que matou uma funcionária do McDonalds em 2000, na cidade de Quevert.

EFE |

Christian Georgeault, Pascal Laizé e Gael Roblin, compareceram em liberdade, após cumprirem penas às quais foram condenados em março de 2004 - por outros crimes -, pelo Tribunal do Criminal de Paris, que, no entanto, os absolveu desse atentado em particular, em primeira instância.

A Procuradoria recorreu precisamente dessa absolvição, assim como das referidas ao ataque contra outro McDonald's, na cidade de Pornic, em 14 de abril de 2000 e contra um escritório dos correios de Rennes em 19 de abril desse mesmo ano.

O presidente do Tribunal de Apelações de Paris, Francis Debons, assinalou que se pronunciará na quarta-feira sobre a reivindicação da defesa dos três de anular esse recurso por razões de forma.

Inicialmente, o processo terminar no próximo dia 28.

Os magistrados da corte criminal, em sua sentença de 26 de março de 2004, absolveram 11 dos 17 acusados.

Os outros seis restantes receberam penas de prisão, com Georgeault pegando 11 onze anos; Laizé, oito e Roblin, três.

Integrantes do ARB colaboraram com o ETA, em particular no roubo, em 1999, de mais de 8 toneladas de dinamite na cidade bretã de Plévin.

Em junho de 2005, cinco membros do ETA foram condenados a penas de 15 a 20 anos de cadeia por essa ação, entre eles ser chefe de logística, Asier Oyarzabal. Nove membros do grupo bretão também foram condenados, a penas de dois a sete anos. EFE ac/jp

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