Washington, 4 fev (EFE).- Aproximadamente 20 senadores de centro pressionam hoje o presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, para que apóie um corte de até US$ 200 bilhões no plano de estímulo debatido na Câmara Alta.

A Câmara de Representantes aprovou na semana passada um plano de estímulo de US$ 819 bilhões, mas a versão discutida agora no Senado ronda os US$ 900 bilhões.

O escritório de Susan Collins, senadora republicana pelo Maine, informou que a legisladora iria hoje à Casa Branca com "uma lista" de possíveis cortes do plano de reativação econômica, que incluiria algumas das prioridades de saúde de Obama.

Esses senadores, liderados por Collins e o democrata Ben Nelson, tentam eliminar do plano US$ 1,1 bilhão destinados a uniformizar os protocolos de tratamento médico; US$ 350 milhões para a compra de computadores para o Departamento de Agricultura, e US$ 75 milhões para uma campanha contra o tabagismo.

Além disso, os senadores querem eliminar outros US$ 20 milhões para o Departamento do Interior, US$ 400 milhões para ampliar os testes de aids e cerca de US$ 650 milhões para a administração de programas para a vida silvestre.

Em geral, a queixa desses senadores é a de que, em sua versão atual, o plano de estímulo contém muitas despesas fiscais que nem sequer estão relacionadas com a crise econômica. EFE mp/mh

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