Seis presidentes e um vice participam da reunião da Unasul sobre o Haiti

Quito, 8 fev (EFE).- Seis presidentes e um vice participarão amanhã da reunião da União de Nações Sul-americanas (Unasul), que acontece em Quito para coordenar ações de ajuda para o Haiti, enquanto o Brasil vai ser representado pelo assessor especial para Assuntos Internacionais, Marco Aurélio Garcia.

EFE |

O Ministério das Relações Exteriores do Equador confirmou em comunicado que os presidentes da Venezuela, Hugo Chávez; Colômbia, Álvaro Uribe; Peru, Alan García; Paraguai, Fernando Lugo; Equador, Rafael Correa, e Haiti, René Préval, estarão presentes, assim como o vice-presidente da Bolívia, Álvaro García Linera.

O documento não cita o presidente da Bolívia, Evo Morales, que chegou a anunciar participação. Além disso, o secretário-geral da Organização dos Estados Americanos (OEA), José Miguel Insulza, e o delegado do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), Ciro de Falco, estarão em Quito.

Argentina, Suriname, República Dominicana, Chile, Guiana e Uruguai também enviarão representantes "de alto nível", segundo a organização do encontro.

As delegações começaram a chegar a Quito no início da noite desta segunda. A reunião de terça acontece no palácio de Carondelet, sede do Governo equatoriano, a partir das 10h locais (13h de Brasília).

"Os trabalhos da Unasul serão coordenados com o Governo haitiano" e "respeitarão irrestritamente a soberania do país", assinalou a Chancelaria equatoriana em seu comunicado.

A organização garante que a reunião extraordinária de chefes de Estado e de Governo da Unasul abordará "exclusivamente o tema do Haiti" e buscará definir a atuação dos Estados-membros do organismo de integração regional a partir das necessidades concretas do país caribenho após o terremoto.

Acrescentou que na cúpula será definida a ajuda humanitária, que é o que o povo haitiano mais precisa. Além disso, será traçada uma estratégia, a médio e longo prazo, para a reconstrução do Haiti, não apenas do ponto de vista das construções, mas também do institucional e produtivo, fundamentalmente a geração de emprego.

Também serão repassados os resultados da visita, no final de janeiro, do chefe de Estado equatoriano, Rafael Correa, em sua qualidade de presidente temporário da Unasul, ao Haiti, para constatar de maneira direta a magnitude da tragédia. EFE sm/fm

    Leia tudo sobre: iG

    Notícias Relacionadas


      Mais destaques

      Destaques da home iG