Segunda geração de latinas nos EUA tem menos filhos, diz estudo

Washington, 18 ago (EFE).- A taxa de natalidade entre as filhas de imigrantes latino-americanas nascidas nos Estados Unidos é menor que a de suas mães, revela um estudo.

EFE |

Segundo relatório bienal publicado hoje pelo Escritório do Censo, em geral, as mulheres hispânicas têm em média 2,3 filhos, número que supera as taxas de fertilidade das brancas não hispânicas, das afro-americanas e das asiáticas que moram nos EUA.

Em 2006, nasceram nos EUA cerca de 4,2 milhões de crianças de mulheres com idades entre 15 e 44 anos, das quais 835 mil (20%) foram de mães estrangeiras, com ou sem cidadania americana.

Entre elas, as hispânicas foram as que tiveram mais filhos com uma média de 1.435 crianças para cada mil mulheres, enquanto as afro-americanas deram à luz 1.288, as brancas não-hispânicas 1.091 e as asiáticas 992.

No entanto, o estudo, que analisa diferentes aspectos socioeconômicos e raciais, adverte que esta tendência muda no caso das hispânicas de segunda geração, ou seja, as nascidas nos EUA de pais estrangeiros.

As causas deste fenômeno seriam um maior acesso à educação, as melhores oportunidades de trabalho em comparação com seus pais, além de essas mulheres começarem a engravidar cada vez mais velhas. EFE elv/bm/rr

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