Seguidora de Charles Manson pode ser libertada nos Estados Unidos

Corona, Califórnia - Susan Atkins, antiga seguidora de Charles Manson, condenada em 1969 pelo assassinato da atriz Sharon Tate, pode deixar a prisão em breve por estar perto de sua morte, disseram as autoridades.

AP |

Atkins, 59, tem uma doença terminal e pode receber a chamada "dispensa por compaixão" afirmou a porta-voz do departamento correcional da Califórnia Terry Thornton. Ela não forneceu detalhes sobre a doença de Atkins, mas disse que um médico determinou que ela tem menos de seis meses de vida.

O departamento correcional precisa aprovar o pedido antes que seja passado ao Comitê de Condicional do Estado, que tem o poder de libertar prisioneiros em estado terminal, de acordo com a lei da Califórnia, para que eles possam morrer ao lado de seus parentes e arcar com os próprios custos.

Esse tipo de dispensa é raro - apenas 10 de 60 pedidos foram atendidos no ano passado, disse Thornton. Os prisioneiros precisam ter familiares dispostos e capazes de cuidar deles.

Atkins participou da "família" de assassinos hippies do líder cultista Charles Manson, que entrou em uma casa em Beverly Hills há 39 anos e matou Tate, a mulher grávida do cineasta Roman Polanski, e outras quatro pessoas. Na noite seguinte eles esfaquearam um rico casal em sua casa em Los Angeles.

O Estado negou condicional à Atkins 11 vezes, a mais recente em 2005.

Ela ficou detida na Instituição Califórnia para Mulheres, em Corona, por 37 anos, mas está em um hospital da região desde março.

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