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Secretário diz que João Paulo II era um homem normal

Cidade do Vaticano, 15 out (EFE).- João Paulo II era muito bom, um homem normal, e era muito orgulhoso de ser polonês, afirmou hoje no Vaticano o cardeal Stanislaw Dziwisz, que foi secretário pessoal do pontífice.

EFE |

Dziwisz fez essas declarações durante a apresentação do filme "Testemunho", baseada em seu livro "Uma vida com Karol" e dirigido pelo polonês Pawel Pitera, que será exibido amanhã no Vaticano com a presença de Bento XVI.

O cardeal, que foi durante 39 anos secretário de Wojtyla, contou que após tanto tempo ao lado de uma pessoa "tão boa" e "bondosa" era obrigado a escrever o livro, no qual narra suas vivências e lembranças desde aquele 1966 quando o então arcebispo da Cracóvia ficou a seu lado até a morte, em 2 de abril de 2005.

"Ele me suportou durante 39 anos. Minha relação com ele era filial, familiar. Foi um pai para mim", afirmou o cardeal arcebispo da Cracóvia, a arquidiocese da qual saiu em 1978 Wojtyla para suceder João Paulo I.

Dziwisz disse que desde o momento, em 1978, que Wojtyla se tornou papa, observou o comportamento das pessoas em relação ao pontífice.

Desde o primeiro momento aceitaram e amaram o papa, disse o cardeal, que ressaltou que, se atualmente o povo segue lembrando dele, é porque João Paulo II "amava as pessoas e esse amor é recíproco".

Dziwisz ressaltou que João Paulo II era muito orgulhoso de ser polonês "e quis servir toda a Igreja como polonês".

Segundo o cardeal, três anos após sua morte, João Paulo II segue a seu lado e o acompanha.

O cardeal frisou que Polônia é terra de santos e que "rezam e esperam ver" muito mais. "Esperamos que seja proclamado santo no momento justo", disse. EFE JL/rr

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