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Sarkozy promete extrema severidade com autores de incidentes em Estrasburgo

Paris, 5 abr (EFE).- O presidente da França, Nicolas Sarkozy, defendeu hoje o trabalho das forças de segurança nos protestos contra a cúpula da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan) em Estrasburgo, e prometeu que os autores dos incidentes serão castigados com extrema severidade.

EFE |

"Que se manifestem. É seu direito", mas, entre os manifestantes, havia "centenas de arruaceiros" de diversas nacionalidades que devem ser castigados, disse Sarkozy, em entrevista à rede de televisão "TF1" de Praga, onde hoje assiste à cúpula informal entre a União Europeia (UE) e Estados Unidos.

É "inimaginável", acrescentou, que as pessoas vão se manifestar a favor da paz no mundo com machados ou barras de ferro e que ataque os funcionários que apenas não cumprem seu trabalho.

Em uma tentativa de aplacar as críticas dos que afirmam que os agentes de segurança mobilizados em Estrasburgo para controlar os manifestantes contra a Otan não estiveram à altura das circunstâncias, Sarkozy foi firme ao afirmar que fizeram um trabalho "absolutamente extraordinário".

Entre outras razões, porque, embora tenha havido danos materiais muito importantes, "não foi preciso lamentar nenhuma morte", disse Sarkozy, após precisar que os danos materiais serão pagos pelas companhias de seguros.

Segundo o balanço divulgado hoje pela Prefeitura do baixo Reno, a manifestação de sábado acabou com 49 pessoas levemente feridas, entre eles 15 agentes das forças de segurança e um jornalista.

Sobre o número de detidos, a ministra do Interior francesa, Michèle Alliot-Marie, confirmou hoje que foram cerca de 300.

Segundo seus cálculos, os manifestantes mais violentos eram 2 mil integrantes do que definiu como grupos de "guerrilha urbana" procedentes de diferentes países. EFE pi/an

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