PARIS - O presidente francês, Nicolas Sarkozy, pediu hoje a realização, em breve, de eleições livres e transparentes na Guiné, sob a supervisão de observadores internacionais.

O presidente semestral da União Européia (UE) fez um apelo por uma "transição pacífica, ordenada e democrática", após saber que o primeiro-ministro da Guiné, Ahmed Tidiane Souaré, e vários ministros se entregaram à junta militar que, na terça-feira deu um golpe de Estado no país.

Os golpistas se aproveitaram da morte, na segunda-feira, do presidente do país, Lansana Conté, para assumir o poder.

Em comunicado divulgado pelo Palácio do Eliseu, Sarkozy pediu que se respeite "o desejo do povo guineano à democracia, à paz e à reconstrução" do país, que deveria ser a "prioridade" para os responsáveis guineanos.

Sarkozy expressou ainda sua "viva preocupação com a situação no país africano", ressaltou os "laços profundos, amistosos e antigos" que unem a França com a Guiné e lembrou que Paris e mantém em contato com a União Africana (UA).

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