Sarkozy e Carla viajam a Nova York

O presidente da França, Nicolas Sarkozy, recebeu na tarde desta sexta-feira o secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, no consulado francês de Nova York para um almoço, na véspera de um show em homenagem a Nelson Mandela do qual deve participar sua esposa, a cantora e ex-modelo Carla Bruni.

AFP |

Ao chegar ao consulado, no centro de Manhattan, o presidente francês saudou a multidão e tirou fotos com turistas, constatou uma jornalista da AFP. A esposa do chefe de Estado não estava presente.

Sarkozy saiu pouco depois do consulado para receber Ban Ki-moon. Os dois dirigentes almoçaram e conversaram sobre os grandes assuntos mundiais, como as principais crises regionais, as operações de paz em andamento e o aquecimento global.

Eles também falaram da situação norte-coreana. Mais cedo nesta sexta-feira, a França elogiou o fortalecimento das sanções da ONU a este país e pediu a Pyongyang que se abstenha de "qualquer nova provocação" após o teste nuclear e os recentes disparos de mísseis.

No entanto, esta viagem a Nova York é motivada principalmente pela participação, na noite de sábado, de Carla Bruni em um gigantesco show de caridade organizado para comemorar o aniversário de Nelson Mandela.

O ex-presidente sul-africano, que fará 91 anos, não estará presente, mas Aretha Franklin, Stevie Wonder, Queen Latifa e Carla Bruni são alguns dos artistas que se apresentarão no palco do Radio City Music Hall.

O "Mandela Day" encerra uma semana de comemorações em homenagem a Nelson Mandela. A campanha de arrecadação de fundos organizada tem o nome de 46664, em referência ao número que usava Mandela durante os 27 anos que passou nas prisões da África do Sul.

Vários astros de Hollywood que apoiam a Fundação Mandela e a campanha 46664 estarão presentes, entre eles os atores Forest Whitaker, Susan Sarandon e Matt Damon.

Este será o primeiro show de Carla Bruni desde que ela se tornou a primeira-dama da França, em fevereiro de 2008.

A cantora tinha dito que só recomeçaria a fazer shows quando seu marido não estivesse mais no poder. Ela fez uma exceção para o "Mandela Day" devido a seu compromisso com a luta contra a Aids, explicaram os organizadores do evento.

Carla Bruni, cujo irmão morreu de Aids, é embaixadora do Fundo mundial de luta contra esta doença.

O casal presidencial francês deve voltar a Paris logo depois do show.

mes/yw

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