Sarkozy defende criação de nova taxa para ajudar desempregados

Paris, 28 ago (EFE).- O presidente francês, Nicolas Sarkozy, confirmou e defendeu hoje a polêmica criação de uma nova taxa sobre a receita patrimonial e de investimentos financeiros para financiar a chamada Renda de Solidariedade Ativa (RSA, na sigla em francês).

EFE |

A partir 2009, será aplicado o novo imposto, de 1,1%, sobre a receita do capital" (imobiliários, dividendos e acréscimos de ações, além de contratos de seguros de vida).

Isso permitirá financiar o custo extra de 1,5 bilhão de euros anuais que custará generalizar, o RSA.

O RSA, já testado em 34 regiões do país, pretende encorajar os que não trabalham e desfavorecidos a voltar ao mercado, combinando ajudas e salário.

Assim o programa pretende fazer com que trabalhar seja mais rentável que receber ajudas.

Segundo Sarkozy, o programa é destinado principalmente a pessoas que trabalhem meia jornada ou pessoas "pobres" para aumentar sua renda.

"Considero que é normal, em um esforço de solidariedade, que todos contribuam para tirar mais de três milhões de nossos compatriotas da pobreza e da exclusão" afirmou o chefe de Estado em discurso em Laval, no oeste da França. EFE ao/rr

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