Sarah Palin se defende de acusações de violação de leis de ética

Washington, 22 jul (EFE).- A governadora do Alasca e ex-candidata republicana à Vice-Presidência americana, Sarah Palin, saiu hoje em sua defesa contra as versões da imprensa de que um investigador independente encontrou provas de que ela violou as leis de ética de seu estado.

EFE |

Sarah, de 45 anos, é uma figura muito apreciada entre os setores mais conservadores do Partido Republicano e anunciou, no dia 26 de julho, que abandonará seu cargo, 18 meses antes do fim de seu mandato como governadora.

Entre as razões citadas para sua decisão estão o tempo, o custo e o esforço de sua Administração para lidar com um grande número de queixas judiciais e investigações de ética. Sarah disse que já deve mais de US$ 500 mil aos advogados encarregados de responder a esses processos.

Na terça-feira, a imprensa americana divulgou um documento de investigações, datado do dia 14 de julho, indicando que há causas prováveis para crer que Sarah usou, ou tentou usar, sua posição oficial para obter benefícios pessoais, já que autorizou a criação do Fundo Fiduciário Alasca, como fundo oficial de defesa legal.

A governadora, em mensagem em seu perfil na rede social "Twitter", qualificou a notícia como "uma história errada" e depois, em comunicado, qualificou qualquer alegação de que o fundo aceitou doações inapropriadas como "errado".

"Informaram-me que este fundo foi criado por advogados experientes no Distrito de Columbia e que usaram como modelo outros fundos similares estabelecidos para senadores e outras pessoas", acrescentou Sarah, em sua declaração.

"Eu não criei o fundo, nem o controlo", acrescentou. "Nem eu, nem meu advogado recebemos um centavo deste fundo".

O advogado pessoal de Sarah, Thomas Van Flein, afirmou que esteve "trabalhando com o investigador para obter informações adicionais e o assunto segue pendente".

"Não houve uma conclusão do Escritório sobre uma violação das leis de ética e existe um detalhado processo legal que deve ser finalizado antes que haja uma resolução definitiva", acrescentou o advogado. EFE jab/pd

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