anunciou nesta segunda-feira ter realizado seu segundo teste atômico, lançou seu programa nuclear há mais de 20 anos e está há mais de 15 sob a pressão da comunidade internacional para suspender o mesmo. " / anunciou nesta segunda-feira ter realizado seu segundo teste atômico, lançou seu programa nuclear há mais de 20 anos e está há mais de 15 sob a pressão da comunidade internacional para suspender o mesmo. " /

Saiba mais sobre o programa nuclear da Coreia do Norte

A Coreia do Norte, que http://ultimosegundo.ig.com.br/bbc/2009/05/25/coreia+do+norte+realiza+teste+nuclear+subterraneo+6317940.html target=_topanunciou nesta segunda-feira ter realizado seu segundo teste atômico, lançou seu programa nuclear há mais de 20 anos e está há mais de 15 sob a pressão da comunidade internacional para suspender o mesmo.

AFP |

O conselho de Yongbyon, 96km a norte de Pyongyang, onde é produzido o plutônio para a fabricação de armas atômicas, centra os esforços internacionais liderados pelos Estados Unidos para acabar com o programa nuclear norte-coreano.

Em abril passado, depois que o Conselho de Segurança da ONU censurou o lançamento de um foguete de longo alcance, o regime de Pyongyang afirmou que abandonaria as negociações para o fim do programa e reabriria Yongbyon.

Segundo especialistas, desde que seu reator de cinco megawatts começou a funcionar em 1987, a Coreia do Norte produziu plutônio suficiente para fabricar até 12 pequenas bombas atômicas.

No mesmo complexo há outros dois reatores, que não parecem estar em funcionamento, e uma usina de processamento de plutônio.

Em 1994, as tentativas de retirar o combustível nuclear utilizado de Yongbyon provocaram a primeira crise entre a Coreia do Norte e os Estados Unidos.

O Pentágono elaborou então um plano para bombardear estas instalações, mas a ação diplomática de um grupo de negociadores liderado pelo ex-presidente americano Jimmy Carter evitou um conflito e desembocou no fechamento do complexo durante oito anos.

Sob o Acordo de 1994 entre Pyongyang e Washington, um consórcio internacional começou a construir dois reatores de água leve, que embora possam gerar eletricidade não podem produzir plutônio para a fabricação de armas.

Os Estados Unidos forneceram, além disso, cerca de 500.000 toneladas anuais de diesel, embora os envios tenham sido adiados.

Mas o acordo foi violado quando Washington acusou a Coreia do Norte de desenvolver em segredo um programa de urânio altamente enriquecido.

Pyongyang negou as acusações, mas voltou a colocar o complexo de Yongbyon em funcionamento, expulsou os inspetores nucleares das Nações Unidas e anunciou que abandonava o Tratado de Não-Proliferação Nuclear.

Em outubro de 2006, a Coreia do Norte realizou seu primeiro teste nuclear.

No entanto, seis meses mais tarde as duas Coreias, Estados Unidos, Japão, China e Rússia alcançaram um acordo prometendo ajuda energética e vantagens diplomáticas a Pyongyang em troca de sua total desnuclearização.

Em consequência, o complexo Yongbyon foi fechado em julho de 2007 e as autoridades norte-coreanas começaram a desmantelar suas principais instalações. Mas as negociações entre estes seis países foram congeladas em dezembro passado devido aos desacordos sobre os meios para comprovar as atividades nucleares declaradas pela Coreia do Norte.

Se as negociações forem retomadas, uma parte essencial da verificação consistiria em determinar a dimensão das reservas de plutônio norte-coreanas.

O Instituto de Ciência e Segurança Internacional, com sede em Washington, calculou esta reserva entre 46 e 64 kg. Se considerado que, com entre 28 e 50 kg pode-se fabricar entre cinco e 12 bombas nucleares, afirmou o organismo em fevereiro de 2007.

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