R.Unido revê estratégia no Afeganistão após morte de soldados

Londres - Após o pior mês em termos de baixas para as tropas do Reino Unido desdobradas no Afeganistão, o Governo britânico considera essencial aliar a luta contra os talibãs com o apoio econômico ao país.

EFE |

Este é a mensagem que o ministro de Assuntos Exteriores britânico, David Miliband, passará hoje em discurso que deve fazer na sede da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan) em Bruxelas, segundo antecipa a "BBC".

Neste domingo, outro ministro britânico, o responsável da Ajuda Internacional, Douglas Alexander, anunciou em Cabul assistência ao país no valor de 225 milhões de libras (261 milhões de euros).

O político trabalhista afirmou que a operação militar contra os insurgentes afegãos é "só parte da solução" e reiterou o compromisso do executivo britânico com alcançar "um Governo estável e democrático para o povo afegão".

Alexander viaja hoje à província afegã de Helmand, onde o Exército britânico combate os taleban e perdeu em quatro semanas 20 soldados, incluindo o militar de maior patente que morreu desde a Guerra das Malvinas.

Assim como as britânicas, as tropas americanas também viram aumentar o número de baixas, enquanto as alemãs, que estão normalmente dedicadas a tarefas de treinamento e reconstrução, foram obrigadas a participar dos combates contra os talebans.

Atualmente há cerca de 90 mil soldados estrangeiros destacados no Afeganistão.

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