Ruanda marcou nesta terça-feira o aniversário de 15 anos do início do genocídio que matou mais de 800 mil pessoas.


A matança no país começou pouco depois que o avião do então presidente ruandês, Juvenal Habyarimana, foi derrubado. Durante cem dias, uma milícia de origem étnica hutu massacrou pessoas de origem étnica tutsi e também hutus moderados.

O presidente de Ruanda, Paul Kagame, que liderou um grupo de rebeldes tutsis que ajudou a acabar com o genocídio, participou de uma cerimônia onde colocou flores em valas comuns.

As valas ficam no local onde tropas da ONU abandonaram milhares de pessoas que buscavam abrigo em uma base da organização.


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