Robert Gates defende tropas dos EUA em ataque que matou 12

WASHINGTON - Um vídeo mostrando helicópteros Apache dos EUA matando 12 pessoas, incluindo dois funcionários da Reuters, é doloroso, mas uma investigação sobre o ataque foi muito meticulosa, disse o secretário de Defesa, Robert Gates, neste domingo.

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"É lamentável. Claramente não ajuda. Mas da mesma forma, eu acho, acho que não deveria ter consequências duradouras", disse Gates sobre o vídeo de 2007 ao ser entrevistado pelo programa "This Week" do ABC news. As forças norte-americanas envolvidas estavam em combate, disse ele, e operando em situações de "frações de segundo".

O vídeo bruto através da mira do helicóptero no ataque de 12 de julho de 2007 foi amplamente divulgado na internet desde que foi publicado no dia 5 de abril pelo grupo Wikileaks, que combate a corrupção no governo e nas corporações.

O Exército dos EUA disse que uma investigação foi realizada pouco depois do incidente e descobriu que as forças norte-americanas não estavam cientes da presença de jornalistas. Eles acharam que estavam atirando contra insurgentes, confundindo a câmera com um lançador de granadas.

Os funcionários da Reuters mortos no ataque eram o fotógrafo Namir Noor-Eldeen, de 22 anos, e seu assistente e motorista Saeed Chamagh, de 40 anos. "Nós já investigamos de forma muito meticulosa", disse Gates à ABC. O comando central do Exército disse na semana passada que não tinha planos de abrir uma nova investigação.

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