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Resgate de corpos presos em navio nas Filipinas durará cerca de um mês

Manila, 26 jun (EFE).- Os trabalhos de resgate dos corpos presos na embarcação que afundou no último sábado nas Filipinas com 862 pessoas a bordo após a passagem de um tufão devem durar cerca de um mês, informaram hoje fontes oficiais.

EFE |

"Demorará um mês para retirar todos os corpos", declarou Jansen Benjamin, um dos porta-vozes do serviço de Guarda Costeira.

Benjamin afirmou que os mergulhadores das forças navais das Filipinas e dos Estados Unidos que participam da operação só puderam inspecionar uma parte do compartimento de primeira classe por causa dos cabos e ferros que bloqueiam os acessos ao restante do navio.

As autoridades suspenderam hoje a operação de resgate dos corpos para estudar que técnicas devem ser usadas para entrar em outros compartimentos da embarcação sem colocar em perigo a vida dos mergulhadores e para evitar que o navio afunde completamente.

"Nossas operações foram interrompidas", declarou o vice-almirante Wilfredo Tamayo, que não informou quando as mesmas serão retomadas.

O vice-almirante Tamayo, chefe do serviço de Guarda Costeira, disse à imprensa que foi recuperado um total de 142 corpos da embarcação ou que flutuavam em águas da região.

Até o momento, o número oficial de sobreviventes do desastre marítimo é de 48, quase todos eles encontrados em ilhas das províncias de Romblon e de Masbate, na região central do arquipélago.

As operações de resgate dos corpos, que começaram na última terça pelo compartimento da primeira classe, são lentas e são dificultadas pelas ondas, que movimentam a embarcação.

A popa do navio, de cerca de 24 mil toneladas e de sete andares, está assentada sobre uma plataforma de coral, o que faz com que os especialistas não descartem que a mesma ceda diante do peso da embarcação.

Além do Princess of Stars, pelo menos outras oito embarcações de pesca ou de carga afundaram por causa do temporal criado pela passagem de um tufão pelas regiões central e sul do arquipélago das Filipinas, onde grande parte dos navios da frota são velhos e as autoridades não cumprem as normas básicas de segurança marítima. EFE mfr/fal

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