Repressores se suicidam na Argentina

Um capitão reformado do Exército, de 66 anos, e um policial aposentado, de 70, acusados de violações dos direitos humanos durante a última ditadura argentina (1976/83), cometeram suicídio, revelaram nesta segunda-feira fontes policiais.

AFP |

O capitão Alfredo Marcó deu um tiro na cabeça após ser acusado de enolvimento com tortura durante a ditadura, enquanto o policial Segundo Wenceslao Garro apareceu morto com um tiro no coração depois de ter sido citado em outro caso de violação dos direitos humanos.

Marcó, suspeito de torturar presos durante o regime militar, se matou em sua residência, na província de La Rioja, revelou um porta-voz da polícia provincial.

O capitão Marcó liderou a intervenção no jornal El Independiente, após o golpe de Estado, e o jornalista Plutarco Schaller o identificou como um de seus torturadores.

Garro, um ex-oficial do departamento de Informações (D2) da polícia de San Luis, foi encontrado morto em uma estrada, e a polícia investiga o caso como "suicídio".

jos/LR

    Leia tudo sobre: iG

    Notícias Relacionadas


      Mais destaques

      Destaques da home iG