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Relatório afirma que síndrome do Golfo Pérsico em militares é real

Washington, 17 nov (EFE) - Um em cada quatro militares americanos que lutaram na Guerra do Golfo entre 1990 e 1991 ainda sofre as seqüelas do conflito, revelou hoje um relatório federal. Estima-se que na operação militar lançada para responder à invasão do Kuwait por parte das tropas do então presidente iraquiano Saddam Hussein tenham participado pouco menos de 700 mil soldados americanos. O mal, identificado como síndrome do Golfo Pérsico, seria conseqüência da exposição a substâncias tóxicas, incluindo pesticidas, assim como um remédio administrado para proteger as tropas dos gases neurológicos, indicou o relatório. Os testes científicos não deixam dúvida de que a doença do Golfo é um problema real com causas reais e graves conseqüências para os ex-combatentes afetados, informou o relatório preparado por um comitê de especialistas e ex-militares por ordem do Congresso. A doença do Golfo é constituída por uma complexa variedade de sintomas que incluem problemas persistentes da memória e da concentração, dores de cabeça crônicas, transtornos gastrintestinais e outras disfunções. Embora alguns veteranos de guerra afetados pela doença tenham conseguido se recuperar com o tempo, o relatório indica que até o momento não se identificou uma cura específica. Esta investigação põe ponto final a um dos capítulos mais obscuros do legado da Guerra do Golfo, disse Anthony Hardie, um dos membros do comitê, em entrevista coletiva. Trata-se de um...

EFE |

..tratando de rejeitar qualquer coisa que afetasse os veteranos", acrescentou. EFE ojl/db

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