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Relação dos EUA com América Latina é vital , diz McCain

Buenos Aires, 27 abr (EFE).- O senador John McCain, candidato republicano à Presidência dos Estados Unidos, afirmou hoje que a relação de seu país com a América Latina é vital e destacou que, se ganhar as eleições, lutará pelo livre-comércio com a região.

EFE |

"Viajei muito pela região. Estive na Argentina, na Colômbia e no México muitas vezes. Conheço seus líderes, conheço seus problemas e compreendo a importância de nossa relação", afirmou o candidato republicano, em entrevista publicada hoje pelo diário argentino "La Nación".

McCain, de 71 anos, destacou que, se for eleito, um dos objetivos principais de seu Governo será promover o livre-comércio porque "é um dos elementos-chave para melhorar as condições econômicas dos países da região e beneficiará a economia americana".

"Eu acho, por exemplo, que o Acordo de Livre-Comércio da América do Norte (Nafta, na sigla em inglês) é importante; foi vantajoso para os países que representam o maior bloco comercial do mundo", destacou o senador americano, que concorrerá às eleições com quem ganhar as primárias democratas, posto que disputado entre Hillary Clinton e Barack Obama.

O candidato também se mostrou a favor de defender a ratificação do acordo de livre-comércio com a Colômbia e de trabalhar coordenadamente para resolver problemas como a imigração ilegal aos EUA.

"Abrirei nossos mercados e farei o possível para abrir os mercados da América latina aos bens e serviços americanos. Esse seria um ingrediente central das minhas políticas em relação à região. Com o tempo, posso imaginar um acordo de livre-comércio hemisférico", enfatizou McCain.

McCain declarou ainda que "enfrentaria outros desafios avaliados com os líderes da região, como as contradições observadas dentro de algumas sociedades ou, 'francamente', o comportamento do senhor (presidente da Venezuela, Hugo) Chávez".

"(Chávez) tem danificado a causa da democracia e a liberdade na Venezuela. Não penso em tomar nenhuma medida contra ele, mas acho que é muito claro que não é o tipo de Governo que leva ao desenvolvimento econômico e ao progresso, em nenhum lugar do mundo, e muito menos em nosso hemisfério", advertiu. EFE ms/fb

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