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Rejeição irlandesa a tratado não prejudica Presidência francesa da UE

Paris, 15 jun (EFE).- A rejeição da República da Irlanda ao Tratado de Lisboa não coloca em xeque a agenda da Presidência francesa da União Européia (UE), que terá todos os meios para aplicar políticas indispensáveis para a Europa, segundo o ministro de Estado francês para Assuntos Europeus, Jean-Pierre Jouyet.

EFE |

A agenda da Presidência francesa da UE, no segundo semestre, "não só não está em xeque" após o "não" irlandês no plebiscito, mas é "ainda mais pertinente, na medida em que responde às preocupações dos cidadãos", argumenta Jouyet no "Journal du Dimanche".

Por exemplo, conseguir "uma melhor segurança energética, aplicar um modo de desenvolvimento sustentável, fazer frente aos diferentes problemas migratórios e estabelecer a da Política Agrícola Comum (PAC)", disse.

"O que precisamos é de um acordo político no Conselho" Europeu, disse.

Jouyet argumentou que a Presidência francesa da UE terá "todos os meios para colocar em prática políticas indispensáveis para a Europa".

O que foi atingido pelo "não" irlandês é a implementação do Tratado de Lisboa, as nomeações, como o do novo presidente estável da UE, previstos pelo texto, que certamente "experimentarão um certo atraso", disse.

Jouyet insistiu na chamada do presidente francês, Nicolas Sarkozy, para que o processo de ratificação do Tratado de Lisboa continue, para evitar - disse ontem o chefe de Estado - que o "incidente" irlandês se transforme em uma "crise".

Na próxima quinta-feira, na cúpula dos líderes da UE, será definida a forma de "dirigir" os debates sobre a Irlanda.

"Estabeleceremos juntos uma agenda, e a Presidência francesa (da UE) não estará comprometida", disse o ministro de Estado francês.

EFE al/an

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