Reféns dos EUA libertados na Colômbia estão bem, diz Exército

Por Jim Forsyth SAN ANTONIO, Estados Unidos (Reuters) - Os três prestadores de serviço norte-americanos libertados após cinco anos nas mãos de guerrilheiros da Colômbia encontram-se em bom estado de saúde e podem ir para casa dentro de alguns dias, afirmaram na quinta-feira médicos das Forças Armadas dos EUA.

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Keith Stansell, Marc Gonsalves e Thomas Howes chegaram a San Antonio na noite de quarta-feira depois de terem sido resgatado por militares colombianos.

'O estado de saúde deles é muito bom. Eles estão fortes', afirmou o médico do Exército coronel Jackie Hayes em uma entrevista coletiva. 'Os resultados dos exames ainda não chegaram, mas tudo parece estar bem.'

Stansell encontrou-se em reservado com membros de sua família em San Antonio, na quinta-feira. Gonsalves e Howes devem ver seus parentes também na quinta, afirmaram oficiais das Forças Armadas.

O tempo de permanência dos prestadores de serviço no atendimento médico do Exército depende deles, afirmou o major-general Keith Huber, comandante do Exército do Sul dos EUA, a unidade responsável por cuidar da transição deles para a vida civil.

'Se o estado de saúde deles for excelente, o tempo de permanência deles pode variar de dois a quatro dias', afirmou Huber.

Os três funcionários da Northrop Grumman Corp foram capturados em 2003 depois de o avião no qual estavam ter caído em meio a uma operação de combate ao tráfico de drogas, em uma região de selva da Colômbia.

Um quarto prestador de serviços, Tom Janis, foi morto pela guerrilha Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc) pouco depois do acidente, afirmou a empresa em um comunicado. A Northrop Grumman afirmou ainda estar 'muito contente' com o regresso dos sobreviventes.

Os norte-americanos fazem parte de um grupo de 15 reféns, entre os quais a franco-colombiana Ingrid Betancourt, que militares colombianos resgataram. Os reféns estavam em poder das Farc.

O sequestro de pessoas para exigir dinheiro ou vantagens políticas é uma tática usada correntemente pela guerrilha.

Autoridades da Colômbia afirmam que as Farc, consideradas uma organização terrorista pelos EUA e pela União Européia (UE), ainda mantêm mais de 700 pessoas reféns.

'As condições de vida deles eram muito cruéis e muito precárias', afirmou Huber. 'E eles estão muito agradecidos ao governo e às Forças Armadas da Colômbia.'

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