Recriação da 4a Frota não amplia presença na A.Latina, dizem EUA

WASHINGTON (Reuters) - A polêmica recriação da Quarta Frota naval dos Estados Unidos não implica uma elevação no número de embarcações ou mísseis norte-americanos na América Latina, disse na sexta-feira um porta-voz militar, contradizendo vários líderes regionais. Os EUA reativaram a Quarta Frota após um hiato de 58 anos, mas isso significa apenas uma reestruturação operacional, não física, dos recursos destinados à região, explicou à Reuters o tenente Myers Vasquez, porta-voz da Marinha no Comando Sul.

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Vários governos sul-americanos, como o argentino, o brasileiro e o venezuelano, manifestaram recentemente preocupação com a recriação da frota e suas possíveis atividades.

'Houve um mal-entendido. A Quarta Frota não é um barco, é um comando operacional que nos permite agora ter um lugar na mesa diretamente com o comando da Marinha e discutir com as outras frotas como distribuir recursos', disse Vasquez por telefone à Reuters, de Miami, na Flórida.

Também na Flórida fica a sede do Comando Sul, encarregado das relações militares dos EUA com a América Latina.

(Reportagem de Adriana Garcia)

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