Rebeldes seqüestram quatro franceses no Níger; reféns não correm perigo

Paris, 22 jun (EFE).- Quatro franceses que trabalham para o grupo nuclear Areva no Níger foram seqüestrados pelos rebeldes do Movimento dos Nigerinos pela Justiça (MNJ), disse à Agência Efe um porta-voz da empresa.

EFE |

Segundo o funcionário, os reféns - três homens e uma mulher - já foram contatados, estão "sãos e salvos" e não correm risco de morte, já que se trata "de um seqüestro político".

Em uma nota publicada na internet, o MNJ assumiu o rapto, cometido para mostrar o seu poder na região e que o país vive uma situação de conflito.

"Esta operação tem como único objetivo mostrar a realidade aos sócios mineradores de nosso país, que parecem ouvir mais as ilusões e fantasmas do Governo atual do Níger, que diz a eles que pode garantir o trabalho nesta situação de conflito (...), que medir a verdadeira gravidade da situação", destaca o comunicado assinado pelo presidente do MNJ, Aghali Alambo.

Os seqüestradores também disseram que podem soltar os reféns "hoje mesmo" e entregá-los à Cruz Vermelha Internacional.

A francesa Areva está presente no Níger há mais de 40 anos, quando começou a explorar as minas de urânio do país. EFE lmpg/sc

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