O presidente de Cuba, Raúl Castro, liderou, neste sábado, um grande desfile para marcar o Dia dos Trabalhadores, como é chamado o lº de Maio nos países socialistas e comunistas, em resposta a uma "campanha" dos Estados Unidos e da União Europeia para destruir a revolução." /

O presidente de Cuba, Raúl Castro, liderou, neste sábado, um grande desfile para marcar o Dia dos Trabalhadores, como é chamado o lº de Maio nos países socialistas e comunistas, em resposta a uma "campanha" dos Estados Unidos e da União Europeia para destruir a revolução." /

Raúl Castro preside grande desfile contra as críticas dos EUA e da UE

O presidente de Cuba, Raúl Castro, liderou, neste sábado, um grande desfile para marcar o Dia dos Trabalhadores, como é chamado o lº de Maio nos países socialistas e comunistas, em resposta a uma "campanha" dos Estados Unidos e da União Europeia para destruir a revolução.

AFP |

O presidente de Cuba, Raúl Castro, liderou, neste sábado, um grande desfile para marcar o Dia dos Trabalhadores, como é chamado o lº de Maio nos países socialistas e comunistas, em resposta a uma "campanha" dos Estados Unidos e da União Europeia para destruir a revolução.

Vestido com a tradicional jaqueta branca, a "guayabera" e "sombrero" camponês, o general Raúl Castro presidiu o ato na emblemática Praça da Revolução, em Havana, acompanhado da direção do Partido Comunista (PCC, único) e de comandantes das Forças Armadas.

"Ante a intromissão ianque e da União Europeia: Unidade!", diz em letras vermelhas um gigantesco painel que cobre a fachada da Bibioteca Nacional.

O governo cubano acusa os Estados Unidos e a União Europeia de realizar uma campanha para difamar a revolução, depois da morte, no dia 23 de fevereiro, do preso opositor Orlando Zapata, em seguida a 85 dias de greve de fome - imitada atualmente pelo dissidente Guillermo Fariñas pela exigir a libertação de 26 presos políticos enfermos. Farinãs estaria em jejum há 67 dias.

"Cuba não teme a mentira, nem se ajoelha ante as pressões", dizem algumas faixas levadas por manifestantes, parafraseando a advertência feita por Raúl Castro há três semanas ao responder a críticas internacionais sobre a situação dos direitos humanos na ilha.

mis/ja/sd

    Leia tudo sobre: iG

    Notícias Relacionadas


      Mais destaques

      Destaques da home iG