R. Unido dificultará entrada de extremistas no país

Londres, 28 out (EFE).- O Reino Unido dificultará a entrada de radicais que queiram incitar o ódio e publicará os nomes dos extremistas que forem impedidos de entrar no país, anunciou hoje a ministra do Interior britânica, Jacqui Smith.

EFE |

A ministra afirmou que estas medidas são dirigidas a radicais islâmicos, grupos neonazistas e também aos ativistas violentos que defendem os direitos dos animais.

Desde 2005, o Governo britânico proibiu a entrada de 230 pessoas, entre elas a do clérigo radical muçulmano libanês Omar Bakri Mohammed. Ele teve sua entrada no país negada depois dos atentados terroristas de 7 de julho de 2005, em Londres.

Segundo a ministra, agora haverá uma "presunção a favor da exclusão" para pessoas que "fomentem, encorajem e propaguem o ódio e o radicalismo".

"Através destas novas e duras medidas, vou deter a entrada em nosso país daqueles que queiram propagar o extremismo, o ódio e as mensagens violentas em nossas comunidades", ressaltou Smith.

Das 230 pessoas que foram impedidas de entrar no Reino Unido, 80 são radicais religiosos.

Entre os excluídos está o xeque egípcio Yusuf Al-Qaradawi, clérigo muçulmano que defende os ataques suicidas contra Israel.

Ao negar sua entrada no país em fevereiro, o Ministério do Interior afirmou que o Reino Unido não toleraria a presença daqueles que quiserem justificar a violência terrorista no país. EFE vg/ab/plc

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