rebatizada de gripe A H1N1 pela OMS) já contaminou pelo menos oito índios que vivem na aldeia guarani Tenondé Porã, que fica no bairro de Parelheiros, na zona sul da capital paulista. Segundo o médico Robério Carneiro, responsável pela Unidade Básica de Saúde Vera Poty, situada dentro da aldeia, o primeiro caso de gripe suína entre os índios foi diagnosticado na primeira quinzena de agosto." / Gripe suína atinge índios de aldeia dentro da cidade de São Paulo - Mundo - iG" / rebatizada de gripe A H1N1 pela OMS) já contaminou pelo menos oito índios que vivem na aldeia guarani Tenondé Porã, que fica no bairro de Parelheiros, na zona sul da capital paulista. Segundo o médico Robério Carneiro, responsável pela Unidade Básica de Saúde Vera Poty, situada dentro da aldeia, o primeiro caso de gripe suína entre os índios foi diagnosticado na primeira quinzena de agosto." /

Gripe suína atinge índios de aldeia dentro da cidade de São Paulo

O vírus da gripe suína (http://ultimosegundo.ig.com.br/gripesuina/2009/04/30/gripe+suina+oms+decide+adotar+a+denominacao+gripe+a+h1n1+5867930.html target=_toprebatizada de gripe A H1N1 pela OMS) já contaminou pelo menos oito índios que vivem na aldeia guarani Tenondé Porã, que fica no bairro de Parelheiros, na zona sul da capital paulista. Segundo o médico Robério Carneiro, responsável pela Unidade Básica de Saúde Vera Poty, situada dentro da aldeia, o primeiro caso de gripe suína entre os índios foi diagnosticado na primeira quinzena de agosto.

BBC Brasil |


De lá para cá, segundo ele, "outros sete casos foram confirmados - três deles em um intervalo de cinco dias".

A Tenondé Porã é uma das três aldeias indígenas que ficam dentro do município de São Paulo. Não se sabe ao certo como a doença chegou ao local. Uma possível justificativa seria o contato com não indígenas durante visitas aos familiares e amigos em outras comunidades.

"O vírus A(H1N1) foi diagnosticado em uma criança vinda da aldeia do Jaraguá para a de Parelheiros", explica Carneiro.

O médico afirma que todos os casos registrados ocorreram em crianças e foram tratados com sucesso, mas diz que o vírus continua circulando pela aldeia, que tem cerca de 700 habitantes.

"O vírus está circulando pela aldeia. Solicitamos aos moradores que venham ao posto de saúde desacompanhados, para evitar o contágio", diz.

Sala de aula

Além de folhetos e cartazes espalhados pela comunidade contendo explicações sobre como evitar a contaminação pelo vírus, medidas preventivas também estão sendo tomadas na escola que fica dentro da aldeia.

A professora Maria José de Lima, que dá aulas para crianças entre 10 e 12 anos, afirma que explicou a seus alunos a importância de medidas como cobrir a boca ao tossir e espirrar e lavar as mãos constantemente.

"Nós conversamos sobre a gripe e pedi a eles que ilustrassem o que tinham entendido. O resultado foi satisfatório", disse Lima à BBC Brasil.

Para tentar evitar que a doença se espalhe para outras comunidades, outra medida foi adotada pela liderança da aldeia. "Avisamos às famílias para não saírem da aldeia até que o problema seja controlado", diz o cacique Timóteo Verá Popyguá.

São Paulo

A Secretaria Municipal da Saúde de Ribeirão Preto confirmou hoje a terceira morte por "gripe suína" na cidade. Trata-se de um homem de 23 anos, que ficou internado durante 30 dias e tinha problemas neurológicos.

Ele é uma das vítimas do surto ocorrido em uma instituição que cuida de deficientes mentais e físicos. A morte ocorreu na noite de sábado. Foi a segunda vítima fatal infectada na instituição: um garoto de 11 anos havia morrido uma semana antes.

Rio Grande do Sul

A Secretaria Estadual da Saúde do Rio Grande do Sul anunciou mais uma morte devido à "gripe suína". A vítima era um motorista, de 25 anos, morador de São Marcos que morreu em Caxias do Sul. Com essa confirmação, chega a 94 o número de óbitos ocorridos no RS por consequência da doença.

Neste sábado, o secretário de Saúde do Rio Grande do Sul, Osmar Terra, apresentou números sobre a ocorrência da "gripe suína", que sugeririam um declínio da doença em todas as regiões do Estado.

Paraná

A Secretaria da Saúde de Londrina, no Paraná, confirmou nesta segunda-feira mais uma morte decorrente do vírus da "gripe suína". Com isso, sobe para sete o número de vítimas da doença na cidade. O Estado contabiliza 143 mortes.

De acordo com a secretaria, trata-se de um menino de quatro anos, que morava em Arapongas, no norte do Estado, e começou a apresentar os primeiros sintomas da doença no dia 8 de agosto. Com o agravamento do quadro, a criança foi transferida no dia 18 para o Hospital Universitário (HU), em Londrina, onde faleceu cinco dias depois. A enfermidade foi diagnosticada pelo Laboratório Central do Estado (Lacen).

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