Varsóvia, 4 fev (EFE).- A Justiça polonesa condenou Krzysztof Bartoszuk a dez anos de prisão por ter estuprado várias vezes a filha, que foi trancada em casa por mais de cinco anos e teve dois filhos com o pai.

O homem, de 47 anos, foi detido em 2008, depois que Alicja, então com 21 anos, denunciou-o com a ajuda da mãe.

Depois de detido, Bartoszuk logo confessou os crimes, o que fez a imprensa batizá-lo de "o Fritzl polonês", dada a semelhança do seu caso com o de austríaco Josef Fritzl, que também manteve a filha trancada em casa e abusou dela por vários anos.

O sofrimento de Alicja começou aos 15 anos, quando ela foi trancafiada no quarto pelo pai, que começou a frequentar o cômodo durante a noite para ter relações sexuais com a adolescente.

O resultado desses estupros foi o nascimento de duas crianças, dadas por Bartoszuk para adoção.

Quando solta, a jovem disse à Polícia que se não deixasse o pai abusar dela, ele mataria a mãe e o irmão mais novo.

Embora soubesse do caso, a mãe demorou anos para finalmente ajudá-la e procurar as autoridades. EFE nt/sc

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