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É questão de horas para trocarmos tiros com esses caras , diz soldado

PORTO PRÍNCIPE - Patrulhas estão deixando a base militar brasileira na noite haitiana. E as informações que chegam são de que Porto Príncipe é um barril de pólvora. Um dos soldados que retornou por volta de meia-noite no horário local fez o seguinte relato, sem se identificar: Estamos recebendo informações de que mulheres estão sendo violentadas e já foram avistados grupos armados, afirmou o militar, que acabara de descarregar seu fuzil após a ronda. Em seguida, avisou: É questão de horas para começarmos a trocar tiros com esses caras.

Gustavo Gantois e Vicente Seda, iG no Haiti |

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  • A situação da capital do país arrasado pelo terremoto é de extrema instabilidade. Com os danos ao principal presídio da cidade, cerca de três mil detentos estão de volta às ruas. Mais cedo, o comandante das forças no Haiti, general Floriano Peixoto, afirmou que os criminosos serão recapturados mais cedo ou mais tarde e que, na sua opinião, a situação está sob controle.

    Foi exibido até um vídeo onde uma patrulha brasileira impediu um assalto a um jornalista estrangeiro. Porém, extra-oficialmente, o que se comenta na base é justamente o contrário. O temor de confrontos cresce a cada dia.

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