Pelo menos 15 pessoas morreram e um ministro cingalês ficou ferido em um atentado suicida nesta terça-feira diante de uma mesquita no sul do Sri Lanka que as autoridades atribuíram aos separatistas tâmeis.

O ataque, ao que parece suicida, aconteceu quando um dos dirigentes políticos da ilha estava em uma recepção na cidade de Akuressa, 160 km ao sul da capital, Colombo.

Quinze pessoas morreram e pelo menos 60 ficaram feridas, incluindo o ministro dos Correios, Mahinda Wijesekera.

O ministro foi levado para uma unidade de terapia intensiva de um hospital próximo.

Os atentados, sobretudo suicidas, são frequentes e geralmente atribuídos aos relbedes dos Tigres de Libertação da Pátria Tâmil (LTTE), que lutam contra o exército governamental no nordeste do país, onde estão encurralados em 50 km2 de selva.

Os analistas temem que os insurgentes tâmeis - alvos de uma vasta ofensiva do exército e que em dois anos perderam os 18.000 km2 que controlavam - se voltem para as ações de guerrilha e os atentados.

O Sri Lanka está em guerra há 37 anos. A maioria da população é cingalesa, em sua maioria budistas, mas o país tem uma ainda minorias tâmil, hindu e muçulmana.

aj/fp

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